Projeto de duplicação da RS 118 vai receber R$ 3 milhões

Os recursos virão através de emenda parlamentar. FEDERASUL participou  da articulação com deputados federal e estadual no DAER

 

O vice-presidente de Integração da FEDERASUL, Rafael Goelzer, esteve presente na reunião que definiu a destinação de R$ 3 milhões para o projeto de duplicação da rodovia RS 118, nesta sexta-feira (16), na sede do Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem (DAER), em Porto Alegre. A líder da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados, deputada Any Ortiz, e os deputados estaduais Patrícia Alba e Capitão Martim também estiveram no encontro. Participaram ainda, o presidente do DAER, Luciano Faustino da Silva, do diretor técnico Sívori Sarti da Silva e do coordenador do movimento RS 118 Sem Pedágio, Darcy Zottis. 

        Os valores do projeto serão oriundos de emendas parlamentares, sem necessidade de investimentos do governo do RS. O dinheiro necessário para a execução da duplicação também será fruto de emendas. Até o final de fevereiro, o grupo que encabeça a articulação, do qual a FEDERASUL faz parte, deverá se reunir com o secretário de Transportes e Logística do RS, Juvir Costella, para definir o fluxo de trabalho.

Uma saída

“A proposição que colocamos na mesa hoje junto ao DAER é uma ótima saída para solucionar o tema da RS118, um pleito das comunidades, empreendedores, entidades de classe e prefeituras há muitos anos”, afirmou Goelzer. “O próximo passo é captar o valor para viabilizarmos a obra de duplicação via emendas da bancada federal. A FEDERASUL tem o compromisso de apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável do RS, construindo soluções duradouras e é isso que estamos buscando também neste tema da RS 118”, explicou o representante da entidade”.

 

Desenvolvimento da região

O coordenador do movimento RS 118 Sem Pedágio, Darcy Zottis, afirma que essas obras são essenciais para o desenvolvimento da região. “A 118 é urbana, pendular, usada para trajetos curtos, e integradora para 6 municípios da região, dentre estes Alvorada e Viamão, região mais pobre do estado, que seria penalizada pela fuga de investimentos e das poucas empresas já instaladas. Os investimentos, empregos, renda e impostos gerados ao longo da 118 serão muito superiores aos valores investidos para ampliação e manutenção na rodovia”, explicou Zottis.

Também presentes, o presidente da Associação Comercial de Alvorada, Maurício Cardoso e lideranças da região.

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PUBLICADO EM: 16 de fevereiro de 2024