Federasul está preocupada com medidas do governo gaúcho

Três assuntos regionais esquentaram a primeira reunião de diretoria da Federasul em 2015: os problemas criados pela decisão do governo Sartori de não pagar os fornecedores por seis meses; o imposto de fronteira e o salário mínimo regional. Ambos atingem diretamente os associados da Federasul, que está preocupada com a repercussão nas empresas, especialmente das micro e pequenas. “Elas precisam ter uma saída para preservar os empregos” disse o presidente da Federasul, Ricardo Russowsky.

A Federasul pretende se encontrar com o governo para encontrar uma solução para os problemas. A recomendação da entidade, segundo seu presidente, na questão do imposto de fronteira, é a aplicação da lei já aprovada pela Assembleia Legislativa.

Quanto ao salário mínimo regional, a Federasul sempre se mostrou contrária a sua existência. “O governo não deve legislar sobre uma relação que é da iniciativa privada com seus funcionários e também porque o mínimo regional, cujo reajuste proposto pelo governo anterior está fora da realidade (16%) só agrava as desigualdades regionais”, enfatiza Russowsky.

Já, o não pagamento os fornecedores por 180 dias, anunciado pelo governo, começa a afetar as economias regionais, conforme relato das Associações Comerciais. Por esta razão, a Federasul começa a analisar os reflexos para construir uma estratégia de ação.


Fonte:  Assessoria de Imprensa

PUBLICADO EM: 29 de abril de 2015